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Leite – ECONOMIA FINANCEIRA – UFPB: 2000.

 

3.2 – TEORIA DOS FUNDOS DE EMPRÉSTIMOS

 

1. Teoria Explicativa da Taxa de Juros Nominal

 

1.1 – Definição: É um modelo de oferta e procura de fluxos financeiros oriundos da poupança (Sfe) e destinados ao investimento (Dfe).

1.2 – Envolve três tipos de agentes econômicos:

a) agentes poupadores

b) intermediários financeiros (com custo transacional zero)

c) agentes investidores

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2. Condição de Equilíbrio

 

   2.1- Definição: Oferta e demanda de fundos de empréstimo são funções  direta e inversa, respectivamente, da taxa de juros.

   2.2 - Resultado:  Em equilíbrio, essas forças daterminam a taxa de juros nominal e o volume das  transações realizadas  com fluxos financeiros

   2.3 -  Condição de equilíbrio:  S (i) = D (i)  em equilíbrio

 

 

3. Estabilidade  e instabilidade

 

   3.1 – Estabilidade: As forças de oferta e procuram empurram a taxa de

             juros em direção ao equilíbrio io.

   3.2 – Instabilidade: Os distúrbios de demanda e oferta (variações da

            condição “ ceteris paribus” ) causam instabilidade da taxa de juros(io)

             no  mercado.

 

 

 


4. Oferta de Fundos (Poupanças)

 

4.1 – Composição: A oferta de fundos de empréstimos compõe-se das poupanças realizadas pelos diversos agentes econômicos (famílias, empresas, governo,    ingresso de poupança externa e variação líquida da oferta monetária.

 

Sfd = Sf + Se + Sg + Sex + dMb - dMp

 

4.2 – Determinantes: À exceção da poupança governamental, que depende de fatores políticos,  os demais determinantes dependem      diretamente da taxa de juros, de modo que:

 

                           Sfd = f(i; Io)

 

     Onde Io representa outros determinantes, especialmente a dotação de renda e riqueza dos agentes econômicos.

 

 

5. Demanda de Fundos (Investimento e  Despoupança)

 

5.1 – Composição: A demanda  de fundos disponíveis compõe-se dos investimentos e despoupanças realizados pelos diversos agentes econômicos (famílias, empresas, governo e saída de capital para o exterior.

 

                                  Dfd = If + Ie + Ig + Iex

 

5.2 – Determinantes: À exceção do investimento governamental, que depende de fatores políticos,  os demais determinantes dependem

      inversamente da taxa de juros, de modo que:

 

                                 Dfd = f(i; Xo)

 

     Onde Xo representa outros determinantes, especialmente a dotação de renda e riqueza dos agentes econômicos.

 

 

 

Referências

Leite, J. A.  Economia Financeira. Capítulo 3, UFPB, 2001.